domingo, 24 de junho de 2007


Mudanças...

Faz um bom tempo que eu venho citando que é tempo de mudanças.

Dessa vez elas estão vindo pra valer, o que antes era primordial estão passando pra segundo plano.O que era inseparável, está sendo desvinculado.Acho que os valores mudam de acordo com as perspectivas.Muita coisa boa acontece na minha vida nesse momento, mas com isso, tenho certesa que certas tristezas virão.Vou ter que abrir mão de uma parte de mim, uma parte que vai fazer falta.Analisando bem, vou ter que abrir mão dessa parte não pelo fato das coisas boas que estão acontecendo, mas sim pelo simples fato que ela já está indo embora.Indo embora sozinha e sem me dar aviso prévio ou um sinal.Simplesmente está indo embora, me deixando...deixando somente o silencio que acaba sendo pior que um grito.

No grito você sente que existem sentimento, sabe que atrás dele tem algo que ainda fala que quer ficar, que acredita que algo pode mudar, que está indo embora, mas está ferido.O selencio é a pior das feridas que pode existir, ele deixa um vazio e um desespero que você não espera, sei lá...coisa de gente cruel, que não se importa com os sentimentos, que tem medo de viver, de se doar, de amar, de se arrepender...
Silêncio foi feito pros COVARDES!!!!!!

sábado, 16 de junho de 2007

É como se a gente não soubesse, Pra que lado foi a vida, Por que tanta solidão. E não é a dor que me entristece, É não ter uma saida, Nem medida na paixão. Foi, o amor se foi perdido, Foi tão distraido, Que nem me avisou. Foi, o amor se foi calado, Tão desesperado, Que me machucou. É como se a gente presentisse, Tudo que o amor não disse, Diz agora essa aflição. E ficou o cheiro pelo ar, Ficou o medo de ficar, Vazio demais meu coração. Foi, o amor se foi perdido, Foi tão distraido, Que nem me avisou. Foi, o amor se foi calado, Tão desesperado, Que me maltratou

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
Vinícius de Moraes

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Paciência
Lenine
Composição: Indisponível
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma

Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou à valsa

A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera por algum mau e a loucura
eu finjo que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
a gente esperado mundo o mundo espera de nós um pouco mais de paciência
Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder e quem quer saber
a vida tão rara tão rara.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma mesmo
quando o corpo pede um pouco mais de alma eu sei
a vida não pára
A vida não pára não
Será que é tempo que lhe falta para perceber
Será que temos esse tempo pra perder
e quem quer sabera vida é tão rara tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma até
quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei a vida não pará

a vida não pára não
A vida não pára

domingo, 3 de junho de 2007


"Pois meus olhos não cansam de chorar, tristezas, que não cansam de cansar-me;
pois não abranda o fogo, em que abrasar-me põde quem eu jamais pude abrandar;
Não canse o cego Amor de me guiar, a parte donde não saiba tornar-me;
nem deixe o mundo todo de escutar-me, enquanto me a voz fraca não deixar.
E se em montes, rios, ou em vales, piedade mora, ou dentro mora Amor em feras, aves, plantas, pedras, águas, ouçam a longa história de meus males e curem sua dor com minha dor;
que grandes mágoas podem curar mágoas." Camões
Queria entender o que se passa na cabeça do ser humano que mente.
Acho que eu me magoaria menos se acreditasse menos ou se eu começasse a mentir também.
Acredito que a nobreza que sinto no meu coração não tem espaço pra esse tipo de comportamento e com isso eu sempre acabo magoada.
Se não é mentira, o que é então?
Se as coisas mudam por qual motivo eu não posso ser notificada das mudanças?
Será que eu sou tão menos importante assim?
Será que eu sou tão reduzida a nada?
Acho que todos temos o direito de mudar a nossa vida, mas ninguém tem o direito de manipula-la.
Ainda tenho esperanças de descobrir que nada disso em que eu acredito seja mentira, que seja tudo um mal entendido ou um momento ruim quem sabe.

sábado, 2 de junho de 2007

Sorte do dia:

Cabide
Mart'nália
Composição: Ana Carolina
Se eu fingir e sair por ai na noitada, me acabando de rirSe eu disser que não digo e não ligo e que fico... e que só vou aprontarÉ que eu sambo direitinho, assim bem miudinho, cê não sabe acompanharVou arrancar sua saia e por no meu cabide só pra pendurarQuero ver se você tem atitude e se vai encararSe eu sumir dos lugares, dos bares, esquinas e ninguem me encontrarE se me virem sambando até de madrugada e você for ate láÉ que eu sambo direitinho, assim bem miudinho, cê não sabe acompanharVou arrancar tua blusa e por no meu cabide só pra pendurarQuero ver se você tem atitude e se vai me encararChega de fazer fumaça, de contar vantagem, quero ver chegar junto pra me juntarMe fazer sentir mais viva, me apertar o corpo e a alma me fazendo suarQuero beijos sem tréguas, quero sete mil léguas sem descansarQuero ver se você tem atitude e se vai encararSe eu fingir e sair por aí na noitada, me acabando de rirE se eu disser que não digo e não ligo e que fico... e que só vou aprontarÉ que eu mando direitinho, assim bem miudinho, sei que você vai gostarVou arrancar tua blusa e por no meu cabide só pra pendurarQuero ver se você tem atitude e se vai me encararQuero ver se você tem atitude e se vai encararQuero ver se você tem atitude e se vai encarar